terça-feira, 19 de outubro de 2010


Antigo cais da Parceria Geral de Pescarias com corvos marinhos e gaivotas.
Ao fundo, a Siderugia Nacional.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010



O actual Feira Nova utiliza as antigas estruturas da Secção metalo-mecânica da CUF.

domingo, 3 de outubro de 2010

Parceria Geral de Pescarias

Vista geral da propriedade da Parceria Geral de Pescarias

A escotilha do navio, no edifício em terra...

A origem da Parceria Geral das Pescarias, instalada na freguesia de Santo André, no concelho do Barreiro, tem as suas origens nos armadores «Bensaúde & C.ª» que em 1866 iniciavam a actividade na pesca do bacalhau na Terra Nova com quatro veleiros.
Devido à sua localização privilegiada, o esteiro do Coina e a antiga Feitoria dos «Descobrimentos» - a Azinheira Velha, na Telha - localizada na sua margem direita, são adquiridos em 1891 pela Casa Bensaúde.
Em 1902 apesar de pertencerem ao mesmo armador, a empresa passa a denominar-se Parceria Geral das Pescarias utilizando agora na pesca do bacalhau 9 veleiros.
Um dos veleiros da pesca do bacalhau que chegou aos nossos dias foi o Creoula, construído - juntamente com o seu irmão-gémeo o Santa Maria Manuela - em 1937 nos estaleiros da CUF, em Lisboa. Em 1938 seria construído um terceiro navio da mesma classe, o Argus. O Creoula era um lugre de 4 mastros destinado à empresa Parceria Geral das Pescarias. Ao serviço dessa empresa participou nas campanhas da pesca do bacalhau, ao largo da Terra Nova, entre 1937 e 1973.
Hoje, o espaço ocupado pela Parceria Geral das Pescarias no Barreiro já não recolhe os lugres ou seca o bacalhau nas suas «mesas». Os visitantes dos mares do Norte foram substituídos pelos fotógrafos e curiosos da história, acolhidos por um velho “lobo-do-mar” - o sr. Helder Manso.

domingo, 19 de setembro de 2010

Fábrica de tecidos estampados de Coina


A fábrica de tecidos estampados (ou chitas) de Coina foi criada por alvará régio de 24 de Outubro de 1788. Nela se produziam tecidos de algodão estampados, bastante populares entre os estratos mais pobres da população.
Este edifício está implantado bastante perto do campo arqueológico da Real Fábrica de Vidros Cristalinos de Coina, criada em 1719 e encerrada em 1749. Por essa razão muitos são os que confundem erradamente esta estrutura da fábrica de xitas com a de vidro. No entanto, para tirar dúvidas basta consultar o mapa de Coina depositado no Instituto Geográfico Português com a cota CA 411, que representa e identifica esta fábrica de tecidos (1789).
O campo arqueológico da fábrica de vidro depois de escavado e devidamente explorado por técnicos do Ippar foi novamente tapado. Está por baixo dos pés do fotógrafo e dos arbusto que o rodeiam...

domingo, 18 de julho de 2010

EDP - Bonfim

Instalações da «Bonfim» junto da antiga estrada da Verderena. Bloco do armazém de peças, oficinas de material eléctrico e automóvel.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

EDP - Bonfim

A «Companhia Industrial de Vila Franca e Bonfim, Lda», inaugurou em Outubro de 1926 o fornecimento de energia eléctrica às habitações particulares do Barreiro. No Barreiro de então, apenas a CUF (no seu actual museu) e a CP (num edificio hoje transformado em escritórios da REFER em frente das oficinas da EMEF) tinham centrais de produção de energia eléctrica privadas, que forneciam «a pedido» alguns clientes como era o caso do edificio dos Paços do Concelho e a bomba eléctrica do desaparecido «Poço dos 16».
Até à década de 80 do século XX os terrenos desta Companhia atravessavam a actual avenida do Bocage. O trânsito era feito pela antiga estrada da Verderena que entrava no actual portão e saía perto do local onde está a ser construído um hipermercado. Com a permuta de terrenos entre a CMB e a EDP (já então empresa responsável pelo espaço) a avenida do Bocage chegou ao rio Coina.
O edifício da antiga central elétrica da Bonfim (onde estava o gerador) está do lado direito da avenida (de quem desce) e é anterior a 1926. Nesse local estava o gerador a diesel da fábrica de descasque de arroz que funcionava nos seculares moinhos de maré da Verderena (demolidos em 1971).
A história conta-se hoje com algumas fotografias, num levantamento da rota industrial do concelho do Barreiro, que acreditem...ainda agora começou.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

EDP - Bonfim

O insólito...o choque...ovos gigantes?
ou simplesmente globos de iluminação pública?
Hum...ovos gigantes!

sábado, 26 de junho de 2010

Exposição - AMAC

Para os que vivem mais afastados do Barreiro, aqui fica uma corzinha da nossa exposição.
E se quiserem mesmo ver a exposição, digam... pode ser que consigamos nós it até vós! :)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Exposição fotográfica

Leica R7, rolo Ilford 400 asa.

Quinta Braamcamp

Leica R7, rolo Ilford 400 asa.
Estas analógicas (com cerca de um mês) só ficaram prontas agora.
Tudo o que é observado já não existe...a fotografia como documento.